Apuração
Deputado federal · 2018 · REPUBLICANOS

Gildo Velocity

Gildo Jose Pedrosa · nasceu em 1967

Gildo Velocity se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,60← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2018REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DEM (2004), REPUBLICANOS (2018).

Dep. federalVereadorPartidoDEMREPUBLICANOS20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 51 anos, superior incompleto, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    REPUBLICANOS 1041· direita
    suplente1.475 votos; 708º mais votado de 1.483 no estado
  2. 2004
    DEM 25800· direita· na urna, Gildo da Velocity
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Gildo Velocity teve 1.475 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 708º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 122 cidades. Presidente Prudente deu 44,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,8%.

1.475 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 1.475 votos.
  1. Presidente Prudente (SP)661 votos44,8%
  2. São Paulo (SP)89 votos6%
  3. Anhumas (SP)50 votos3,4%
  4. Adamantina (SP)46 votos3,1%
  5. Santo Anastácio (SP)42 votos2,8%
  6. Outras 107 cidades357 votos24,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Gildo Velocity declarou R$ 4,4 mi em bens, em reais de hoje: 48 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 4,4 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.868.000 na declaração)

Declarou 48 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Gildo VelocityR$ 4,4 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4,4 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. avenida Cel. José Soares MArcondes Parque HigianopolisR$ 2,3 mi
    Prédio comercial
  2. Avenida Coronel José Soares MArcondes Parque Higienpolis…R$ 1,2 mi
    Prédio comercial
  3. rua PRofessor João BohacParque HigienopolisR$ 456,6 mil
    Casa
  4. Socio proprietario da Empres Instrumentos Automotivos…R$ 152,2 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  5. automovel Chysler 300C ano modelo 2008R$ 98,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. automovel I/M. Bens c 180 CGI Ano mod 2012R$ 98,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  7. automovel Fiat Uno Vivace 1.0 ano modelo 2014R$ 38 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  8. automovel Ford Del Rey Belina Ano mod 1989/1990R$ 12,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  9. automovel VW Fusca 1200 ano mod 1966R$ 7.610
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Gildo Velocity declarou ao TSE R$ 115 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 108 mil, 70% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado federal · São Paulo · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 108,5 mil
70% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 108,5 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Republicanos - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 75,4 mil69,5%
  2. PartidoTudo de Republicanos - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 29 mil26,7%
  3. PessoasR$ 4.0833,8%

Para onde foi

R$ 76,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal25 pessoas, não nomeadasR$ 50,5 mil66%
  2. EventosR$ 3.3484,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 2.2623%
  4. EscritórioR$ 450,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2018

Mediana da disputa: R$ 31,3 por voto. Quem venceu, Celso Russomanno, gastou R$ 6,08 por voto. O voto mais caro custou R$ 137; o mais barato, R$ 6,08.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 19 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 109 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.