Apuração
Vereador · 2020 · PV

Gilberto Muniz

Gilberto Muniz de Oliveira · nasceu em 1965

Gilberto Muniz se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPV+0,02← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2016CIDADANIA2020PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 3 partidos: PTB (2008), CIDADANIA (2016), PV (2020).

VereadorPartidoPTBCIDADANIAPV2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Sete Barras (SP)
    PV 43456· centro
    não eleito
  2. 2016
    Vereador · Sete Barras (SP)
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Gilberto
    não eleito
  3. 2008
    Vereador · Sete Barras (SP)
    PTB 14567· centro-direita· na urna, Gilberto do Ônibus
    eleito119 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Gilberto Muniz declarou R$ 86,2 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 8.186, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 2.500.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 86,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.

  • Gilberto MunizR$ 86,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 86,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilberto Muniz declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Sete Barras (SP) · PV · não eleito

De onde veio

R$ 1.257
88% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.257.
  1. Fundo eleitoralR$ 1.10187,6%
  2. Outros candidatosR$ 15612,4%

Para onde foi

R$ 934
O maior gasto foi com serviços: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 934.
  1. ServiçosR$ 70875,8%
  2. Material impressoR$ 22624,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Sete Barras (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 39,6 por voto. Quem venceu, Lelis Junior, gastou R$ 4,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.061; o mais barato, R$ 4,61.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Dri Martins PLR$ 5,3 mil · 5 votosR$ 1.061
  • Tadao Arimura PLR$ 2,7 mil · 9 votosR$ 295
  • Márcia Da Banca PLR$ 2,6 mil · 37 votosR$ 69,5
  • Ademar Miashita PLR$ 9,7 mil · 190 votosR$ 51,3
  • Fernanda Melo PLR$ 2,6 mil · 61 votosR$ 43,4
  • Naelly Pacheco Santos PLR$ 2,7 mil · 67 votosR$ 39,6
  • Josué Eletricista PVR$ 1,1 mil · 39 votosR$ 28,2
  • Milton Ribeiro PTBR$ 1,4 mil · 104 votosR$ 13,9
  • Andrew Kika PSDR$ 1,5 mil · 163 votosR$ 9,12
  • Lucas Amaral PSDR$ 1,3 mil · 269 votosR$ 4,73
  • Lelis Junior MDBR$ 1,1 mil · 248 votosR$ 4,61

Votos por real

  • 2020, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.