Gilberto de Kileira
Gilberto Alves da Silva · nasceu em 1967
Gilberto de Kileira se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Gilberto de Kileira declarou R$ 32,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total caiu R$ 113,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Gilberto de KileiraR$ 32,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gilberto de Kileira declarou ao TSE R$ 954 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 499.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Inhaúma (MG) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2024.
Quanto custou cada voto: vereador, Inhaúma (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 13,1 por voto. Quem venceu, Cris Dos Quarteis, gastou R$ 5,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 98,5; o mais barato, R$ 3,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 4 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Jerry MDBR$ 7,2 mil · 73 votosR$ 98,5
- Paulo Fernandes REPUBLICANOSR$ 2,9 mil · 78 votosR$ 37
- Patricia Professora PTR$ 2,6 mil · 156 votosR$ 16,8
- Giovanni Patury PPR$ 1,1 mil · 74 votosR$ 14,8
- Ivo Sô Madruga PTR$ 197 · 15 votosR$ 13,1
- Cris Dos Quarteis PPR$ 723 · 132 votosR$ 5,48
- Fabio Machado Bim Mundicão PTR$ 503 · 129 votosR$ 3,90
- Júlia De Leninha REPUBLICANOSR$ 316 · 105 votosR$ 3,01
Votos por real
- 2016, vereador: 163 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.