Gilbertinho da Saúde
Antonio Gilberto da Costa · nasceu em 1967
Gilbertinho da Saúde se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004–2008), PDT (2012), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 52 anos, até o fundamental, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Gilbertinho da Saúde declarou R$ 76,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 45,6 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 58% da mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.
- Gilbertinho da SaúdeR$ 76,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gilbertinho da Saúde declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lebon Régis (SC) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lebon Régis (SC), 2020
Mediana da disputa: R$ 12,8 por voto. Quem venceu, Osvaldo Siqueira, gastou R$ 8,88 por voto. O voto mais caro custou R$ 401; o mais barato, R$ 5,40.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tuane Heger PSLR$ 7,2 mil · 18 votosR$ 401
- Vanessa Ferlin PSLR$ 3,7 mil · 18 votosR$ 205
- Marina Da Kibarato PSLR$ 3,7 mil · 24 votosR$ 154
- Mariana Tibes PSLR$ 3 mil · 48 votosR$ 62,1
- Andre Antonio Bortolini PSLR$ 14 mil · 257 votosR$ 54,5
- Ade MDBR$ 1,4 mil · 55 votosR$ 25,9
- Ary Dias PSDBR$ 1,6 mil · 124 votosR$ 12,8
- Carlos Cola Chata PSDBR$ 911 · 80 votosR$ 11,4
- Nilce Martins PTR$ 1,4 mil · 160 votosR$ 9,04
- Osvaldo Siqueira MDBR$ 1,8 mil · 208 votosR$ 8,88
- Dalton Farias PSDBR$ 1,2 mil · 219 votosR$ 5,46
- Nilcea Rocha Hanna PDTR$ 637 · 118 votosR$ 5,40
Votos por real
- 2020, vereador: 89 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 88 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 175 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.