Gilbertinho
Gilberto Valter Araujo Filho · nasceu em 1984
Gilbertinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: PRP (2008–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Gilbertinho declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (56%) dos candidatos a vereador em Alagoas não declarou nenhum bem em 2012.
Os 8 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uma caçamba ano 2011R$ 482,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma casa na praça senador renan calheirosR$ 328,7 milCasa
- Uma empresa de topografiaR$ 328,7 milOutros bens imóveis
- Um trator 1780 ano 2006R$ 263 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um trator bh 180 ano 2006R$ 197,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um terreno na praça senador renan calheirosR$ 109,6 milTerreno
- Um veiculo pajeiro TR4 ano 2007R$ 92 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Um quadrciclo fourtrax 4X4R$ 51,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gilbertinho declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Matriz de Camaragibe (AL) · PRP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.50685,6%
- Outros candidatosR$ 25314,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 97255,2%
- Rádio, TV e vídeoR$ 48627,6%
- OutrosR$ 25314,4%
- EscritórioR$ 492,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Matriz de Camaragibe (AL), 2016
Mediana da disputa: R$ 15,7 por voto. Quem venceu, Leunam, gastou R$ 6,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,2; o mais barato, R$ 6,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gordo Do Mirinda PLR$ 4,4 mil · 66 votosR$ 66,2
- Cicero Da Abelha PPR$ 7,4 mil · 115 votosR$ 64,8
- Brito Prestanista PSLR$ 8,4 mil · 238 votosR$ 35,4
- Dunga PPR$ 7,6 mil · 216 votosR$ 35,2
- Cabeludo PPR$ 3,8 mil · 116 votosR$ 32,4
- Junior Monange MOBILIZAR$ 10 mil · 446 votosR$ 22,4
- Paulo Bolevard PSDR$ 13 mil · 799 votosR$ 15,7
- Dedi Evangelista PSDR$ 12 mil · 871 votosR$ 13,3
- Havilá PSLR$ 11 mil · 910 votosR$ 11,7
- Bau Germano PSLR$ 3,7 mil · 411 votosR$ 8,97
- Mario Galdino PTR$ 3,9 mil · 453 votosR$ 8,53
- Leunam MOBILIZAR$ 4,7 mil · 709 votosR$ 6,62
Votos por real
- 2016, vereador: 249 votos por R$ 1.000, 4,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.