Getulio Feix
Getulio Jose Feix · nasceu em 1961
Getulio Feix se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2004–2006), PTB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPSDB 45022· centro-direitasuplente1.678 votos; 316º mais votado de 486 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Getulio Feix teve 1.678 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 316º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. Porto Alegre deu 41,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Getulio Feix declarou R$ 269,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 78,8 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Getulio FeixR$ 269,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Getulio Feix declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 7,4 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Taquara (RS) · PTB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.28474,5%
- PessoasR$ 1.12519,6%
- EmpresasR$ 3436%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.77183%
- TransporteR$ 5179%
- OutrosR$ 3436%
- EscritórioR$ 1202,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Taquara (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Lauri Fillmann, gastou R$ 9,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 183; o mais barato, R$ 9,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vera Boone PPR$ 22 mil · 122 votosR$ 183
- Gastao Moller PTBR$ 12 mil · 181 votosR$ 65,4
- Fany(Carteiro) PTR$ 17 mil · 283 votosR$ 60,8
- Renato Lamperti MDBR$ 40 mil · 836 votosR$ 47,8
- Zanandro Jung PPR$ 15 mil · 335 votosR$ 46,3
- Régis Souza PSBR$ 18 mil · 466 votosR$ 38,7
- Lisi Campana PTBR$ 16 mil · 603 votosR$ 26,2
- Fifi - Luis Felipe Luz Lehnen PSDBR$ 27 mil · 1.224 votosR$ 22,3
- Eduardo Kohlrausch PTBR$ 14 mil · 758 votosR$ 18,7
- Cláudio Rocha PDTR$ 17 mil · 1.002 votosR$ 17,4
- Fabiano Tacachi Matte MDBR$ 22 mil · 1.799 votosR$ 12,2
- Lauri Fillmann PDTR$ 13 mil · 1.273 votosR$ 9,99
Votos por real
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 226 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 476 votos por R$ 1.000, 6,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.