Germano do Sindicato
Jose Germano Trajano dos Santos · nasceu em 1966
Germano do Sindicato se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSOL (2008), PSL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior incompleto, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Germano do Sindicato declarou R$ 17,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 28,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2012.
- Germano do SindicatoR$ 17,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 6.574
- Mediana dos eleitosR$ 54,8 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2012, Germano do Sindicato declarou ao TSE R$ 433 em receitas, em reais de hoje.
2012 · Vereador · Areia (PB) · PSL · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Areia (PB), 2012
Mediana da disputa: R$ 27,3 por voto. Quem venceu, Edvaldo Vigilante, gastou R$ 17,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 111; o mais barato, R$ 17,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson Almeida PVR$ 7,1 mil · 64 votosR$ 111
- Cleilson De Morais PSDR$ 7,2 mil · 77 votosR$ 93,7
- Tadeu De Muquem DEMR$ 7,8 mil · 97 votosR$ 80,7
- Jaime Do Hospital PC do BR$ 9,9 mil · 163 votosR$ 60,8
- Rosinete Lopes PPR$ 10 mil · 271 votosR$ 37,4
- Luciano PC do BR$ 7,2 mil · 203 votosR$ 35,3
- Junior Da Xerox AGIRR$ 9,7 mil · 355 votosR$ 27,3
- Sôpa PPR$ 9,5 mil · 376 votosR$ 25,3
- Nelma Carneiro PSCR$ 16 mil · 763 votosR$ 21,3
- Cicero Cassimiro PPR$ 8,1 mil · 391 votosR$ 20,8
- Tito PSBR$ 12 mil · 608 votosR$ 20,2
- Edvaldo Vigilante PSCR$ 9 mil · 520 votosR$ 17,3
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.