Gerlando Linhares
Gerlando Linhares da Silva · nasceu em 1966
Gerlando Linhares se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, superior completo, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · ParaíbaPSB 40666· centro-esquerdasuplente1.044 votos; 108º mais votado de 199 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Gerlando Linhares teve 1.044 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 108º lugar entre 199 candidatos.
Recebeu votos em 36 cidades. Sousa deu 66,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gerlando Linhares declarou R$ 69,6 mil em bens, em reais de hoje: 8,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba.
Declarou 8,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Gerlando LinharesR$ 69,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gerlando Linhares declarou ao TSE R$ 62 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Sousa (PB) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.90762%
- PessoasR$ 1.94330,8%
- Outros candidatosR$ 2463,9%
- PartidoR$ 2043,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 2.73843,5%
- Material impressoR$ 2.15534,2%
- ServiçosR$ 81012,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4867,7%
- EscritórioR$ 1101,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Sousa (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,9 por voto. Quem venceu, Radamés Estrela, gastou R$ 4,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,3; o mais barato, R$ 4,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Caca Gadelha PSDBR$ 26 mil · 984 votosR$ 26,3
- Sargento Zenias PTBR$ 23 mil · 890 votosR$ 25,4
- Assis Estrela PDTR$ 27 mil · 1.147 votosR$ 23,3
- Roberto Freire PSDR$ 16 mil · 744 votosR$ 21,8
- Jucelio Marques De Sousa DEMR$ 20 mil · 986 votosR$ 20,6
- Batatinha PTBR$ 11 mil · 632 votosR$ 17,1
- Bruna Veras PROSR$ 25 mil · 1.458 votosR$ 16,9
- Aldeone Abrantes PTBR$ 15 mil · 1.139 votosR$ 13,5
- Junior De Zilda AVANTER$ 16 mil · 1.312 votosR$ 12,5
- Daniel Pinto MDBR$ 11 mil · 962 votosR$ 11
- Ananias Vieira MDBR$ 13 mil · 1.347 votosR$ 9,82
- Radamés Estrela PDTR$ 12 mil · 2.735 votosR$ 4,43
Votos por real
- 2016, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 88 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.