Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PSD

Geraldo Mozar

Geraldo Mozar de Macedo · nasceu em 1963

Geraldo Mozar se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PL2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PL (2008), PSD (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPLPSD2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, servidor público estadual, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Currais Novos (RN)
    PSD 11· direita
    Na chapa de João Neto
    chapa não eleita2.069 votos da chapa, 9,0%
  2. 2008
    Vereador · Currais Novos (RN)
    PL 22333· direita
    suplente516 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Geraldo Mozar declarou R$ 55,3 mil em bens, em reais de hoje: 1,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Norte.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 55,3 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 20.500 na declaração)

Declarou 1,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2008.

  • Geraldo MozarR$ 55,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 78,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 55,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Geraldo Mozar declarou ao TSE R$ 9,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Currais Novos (RN) · PL · suplente

De onde veio

R$ 9.933
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.933.
  1. Próprio bolsoR$ 5.35553,9%
  2. EmpresasR$ 3.50735,3%
  3. PessoasR$ 1.07110,8%

Para onde foi

R$ 9.933
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Currais Novos (RN), 2008

Mediana da disputa: R$ 17,4 por voto. Quem venceu, Marinaldo, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 157; o mais barato, R$ 12,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.