Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Geraldo Borracha

Geraldo dos Santos · nasceu em 1963

Geraldo Borracha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2008PSB2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Passou por 2 partidos: PSB (2004–2008), PDT (2016).

VereadorPartidoPSBPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PDT 12555· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    PSB 40555· centro-esquerda
    eleito251 votos
  3. 2004
    PSB 40111· centro-esquerda
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Geraldo Borracha declarou ao TSE R$ 4,4 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 3,4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Águas de Lindóia (SP) · PDT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 534
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 534.
  1. Próprio bolsoR$ 34865,2%
  2. Outros candidatosR$ 18634,8%

Para onde foi

R$ 533
O maior gasto foi com material impresso: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 533.
  1. Material impressoR$ 34765%
  2. ServiçosR$ 18635%

Quanto custou cada voto: vereador, Águas de Lindóia (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 205 por voto. Quem venceu, Mario Sergio, gastou R$ 54,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.237; o mais barato, R$ 54,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Vitor Da Farmacia PVR$ 66 mil · 53 votosR$ 1.237
  • Tiago Da Col PSCR$ 42 mil · 48 votosR$ 883
  • Laercio Bragato PSDBR$ 35 mil · 52 votosR$ 682
  • Tu PSDBR$ 31 mil · 138 votosR$ 225
  • Martinho PSDBR$ 63 mil · 281 votosR$ 223
  • Vaguinho PSDBR$ 89 mil · 404 votosR$ 221
  • Lauro Despachante PVR$ 63 mil · 307 votosR$ 205
  • Nilsinho Agronil PSDBR$ 42 mil · 209 votosR$ 202
  • Renan Sambo PSDBR$ 45 mil · 301 votosR$ 151
  • Valmir Do Sertao PSDBR$ 34 mil · 241 votosR$ 142
  • Du Dentista MDBR$ 55 mil · 436 votosR$ 126
  • Mario Sergio PTBR$ 27 mil · 503 votosR$ 54,1

Votos por real

  • 2008, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 144 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.