Geraldo Barros
Geraldo Francisco de Barros · nasceu em 1967
Geraldo Barros se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PC do B (2004–2014), DC (2016), PL (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, superior completo, empresário, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPC do B 65458· esquerdasuplente1.046 votos; 867º mais votado de 1.878 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Geraldo Barros teve 1.046 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 867º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 27 cidades. Santana de Parnaíba deu 80,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Geraldo Barros declarou R$ 122,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 60,1 mil acima da inflação.
Declarou 5,5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Geraldo BarrosR$ 122,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Geraldo Barros declarou ao TSE R$ 77 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Santana de Parnaíba (SP) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.74570,7%
- Próprio bolsoR$ 1.13929,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.75045,1%
- Material impressoR$ 1.64242,3%
- EscritórioR$ 49212,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Santana de Parnaíba (SP), 2024
Mediana da disputa: R$ 73,1 por voto. Quem venceu, Gabriel Oliani, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 562; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gercina Sampaio PTR$ 32 mil · 57 votosR$ 562
- Professora Rosi PLR$ 22 mil · 82 votosR$ 267
- Major Tirso PLR$ 31 mil · 154 votosR$ 199
- Luciana Lippi NOVOR$ 79 mil · 403 votosR$ 196
- Bruno Fonseca PSDR$ 74 mil · 457 votosR$ 163
- Joaquim Eduardo MDBR$ 45 mil · 453 votosR$ 99
- Hosana Garcia REPUBLICANOSR$ 27 mil · 363 votosR$ 73,1
- Caíga PSDR$ 20 mil · 292 votosR$ 67,3
- Professor Paulo Cunha REPUBLICANOSR$ 47 mil · 986 votosR$ 48
- João Galhardi PSDR$ 44 mil · 1.042 votosR$ 42,5
- Regininha Salles MDBR$ 25 mil · 653 votosR$ 38,9
- Gabriel Oliani REPUBLICANOSR$ 26 mil · 1.470 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2024, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 56% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.