Geraldo Amorim
Geraldo Amorim Silva · nasceu em 1953
Geraldo Amorim se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AVANTE (2002–2006), PT (2008–2012), PSOL (2016–2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 64 anos, ensino médio, zootecnista, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · AlagoasPSOL 50666· esquerdanão eleito128 votos; 230º mais votado de 281 no estado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · AlagoasPT 13131· centro-esquerdasuplente378 votos; 146º mais votado de 264 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · AlagoasAVANTE 70870· centro-direitasuplente351 votos; 102º mais votado de 206 no estado
- 2004Prefeito · Olho D'água das Flores (AL)AVANTE 70· centro-direita· na urna, Geraldo Amorim Silvanão eleito24 votos, 0,2%
- 2002Deputado estadual · AlagoasAVANTE 70870· centro-direitasuplente188 votos; 135º mais votado de 196 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Geraldo Amorim teve 128 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 230º lugar entre 281 candidatos.
Recebeu votos em 18 cidades. Olho D'água das Flores deu 46,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,7%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Geraldo Amorim declarou R$ 315,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 266,7 mil acima da inflação.
Em 2018, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Alagoas em 2016.
- Geraldo AmorimR$ 315,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 285,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 546,7 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 01 (Um) terreno residencial medindo 10X20, localizado na…R$ 162,5 milTerra nua
- 01 (Um) terreno medindo 12 tarrefas, localizado no lote da…R$ 97,5 milTerreno
- 01 (Um) carro gm/corsa sedan premium, modelo 2009, cor…R$ 35,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 (Um) moto honda broz 160, cor vermelha, ano 2016R$ 19,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Geraldo Amorim declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 25 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Alagoas · PSOL · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Alagoas - Al - EstadualR$ 70634,6%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Alagoas - Al - EstadualR$ 70634,6%
- Próprio bolsoR$ 62930,8%
Para onde foi
- EscritórioR$ 261,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Alagoas, 2018
Mediana da disputa: R$ 16,4 por voto. Quem venceu, Ricardo Nezinho, gastou R$ 7,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 4.756; o mais barato, R$ 7,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Maria Nathalia CIDADANIAR$ 262 mil · 55 votosR$ 4.756
- Helena Camila CIDADANIAR$ 262 mil · 73 votosR$ 3.594
- Célia Rocha AGIRR$ 1,1 milhão · 16.962 votosR$ 62,2
- Arnaldo Lanzeloti REPUBLICANOSR$ 603 mil · 14.722 votosR$ 41
- Cicero Almeida PHSR$ 308 mil · 8.405 votosR$ 36,6
- Thaise Guedes PTBR$ 603 mil · 17.437 votosR$ 34,6
- Angela Garrote PPR$ 854 mil · 26.845 votosR$ 31,8
- Tarcizo Freire PPR$ 754 mil · 24.709 votosR$ 30,5
- Fátima Canuto PRTBR$ 993 mil · 37.151 votosR$ 26,7
- Carimbão Junior AVANTER$ 302 mil · 12.143 votosR$ 24,8
- Francisco Sales PPLR$ 386 mil · 18.508 votosR$ 20,9
- Cibele Moura PSDBR$ 707 mil · 37.824 votosR$ 18,7
- Flávia Cavalcante PRTBR$ 491 mil · 29.561 votosR$ 16,6
- Davi Maia DEMR$ 390 mil · 23.748 votosR$ 16,4
- Antonio Albuquerque PTBR$ 632 mil · 38.556 votosR$ 16,4
- Jo Pereira MDBR$ 783 mil · 53.707 votosR$ 14,6
- Lobão PLR$ 312 mil · 21.964 votosR$ 14,2
- Randerson Pessôa REPUBLICANOSR$ 294 mil · 20.791 votosR$ 14,1
- Dudu Ronalsa PSDBR$ 323 mil · 24.095 votosR$ 13,4
- Breno Albuquerque PRTBR$ 335 mil · 26.355 votosR$ 12,7
- Leo Loureiro PPR$ 330 mil · 27.130 votosR$ 12,2
- Marcelo Beltrão MDBR$ 339 mil · 28.434 votosR$ 11,9
- Galba Novaes MDBR$ 361 mil · 30.481 votosR$ 11,8
- Yvan Beltrão PSDR$ 391 mil · 34.403 votosR$ 11,4
- Bruno Toledo PROSR$ 313 mil · 28.431 votosR$ 11
- Davi Davino Filho PPR$ 352 mil · 39.342 votosR$ 8,96
- Ricardo Nezinho MDBR$ 346 mil · 43.961 votosR$ 7,86
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 67 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 265 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.