Apuração
Vereador · 2020 · AVANTE

Genilson do Tim

Genilson Teixeira da Silva · nasceu em 1986

Genilson do Tim se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,30← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PHS2020AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PHS (2016), AVANTE (2020).

VereadorPartidoPHSAVANTE201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    AVANTE 70999· centro-direita
    suplente71 votos
  2. 2016
    PHS 31222· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Genilson do Tim declarou R$ 17,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 4.240 acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 1.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 17,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 12.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Genilson do TimR$ 17,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 17,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Genilson do Tim declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,7 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Senhora do Porto (MG) · AVANTE · suplente

De onde veio

R$ 112
78% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 112.
  1. Outros candidatosR$ 8878,5%
  2. Próprio bolsoR$ 2421,5%

Para onde foi

R$ 24
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Senhora do Porto (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 7,11 por voto. Quem venceu, Wenderson (Gordinho), gastou R$ 0,13 por voto. O voto mais caro custou R$ 31; o mais barato, R$ 0,13.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.