Apuração
Vereador · 2016 · PC do B

Genilson

Genilson Pereira de Abreu · nasceu em 1959

Genilson se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,59← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PC do B2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PC do B.

VereadorPartidoPC do B201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Palmeiras (BA)
    PC do B 65333· esquerda
    suplente133 votos
  2. 2012
    Vereador · Palmeiras (BA)
    PC do B 65124· esquerda· na urna, Genilson do Matão
    eleito176 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Genilson declarou R$ 232,3 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 205,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 232,3 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 143.000 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.

  • GenilsonR$ 232,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 13 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 232,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Residencial no pov. de matão em palmeirasR$ 162,5 mil
    Casa
  2. Em construção no cidade nova em palmeirasR$ 40,6 mil
    Terreno
  3. Fiat - uno mille 2006R$ 21,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Em maosR$ 8.123
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Genilson declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Palmeiras (BA) · PC do B · suplente

De onde veio

R$ 4.048
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.048.
  1. Próprio bolsoR$ 2.59164%
  2. PessoasR$ 1.45736%

Para onde foi

R$ 4.024
O maior gasto foi com serviços: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.024.
  1. ServiçosR$ 1.91147,5%
  2. TransporteR$ 1.45736,2%
  3. Material impressoR$ 63115,7%
  4. EscritórioR$ 240,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Palmeiras (BA), 2016

Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Dudu, gastou R$ 20 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 20.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Louro PTBR$ 7 mil · 40 votosR$ 176
  • Ionaldo De Juca PSDR$ 11 mil · 97 votosR$ 109
  • Alessandra MDBR$ 10 mil · 98 votosR$ 106
  • Hiandra PSDR$ 11 mil · 230 votosR$ 46,3
  • Cezar Enfermeiro PTR$ 10 mil · 244 votosR$ 41,3
  • Raul PDTR$ 6,9 mil · 206 votosR$ 33,4
  • Kléber PC do BR$ 9 mil · 287 votosR$ 31,4
  • Vandeco PLR$ 6,6 mil · 220 votosR$ 30
  • Edmundo MDBR$ 7,8 mil · 313 votosR$ 25
  • Ino PTBR$ 7,9 mil · 323 votosR$ 24,3
  • Feu PSDR$ 7 mil · 290 votosR$ 24,2
  • Dudu PRPR$ 6,5 mil · 323 votosR$ 20

Votos por real

  • 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.