Genilson
Genilson Pereira de Abreu · nasceu em 1959
Genilson se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Genilson declarou R$ 232,3 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 205,6 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- GenilsonR$ 232,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Residencial no pov. de matão em palmeirasR$ 162,5 milCasa
- Em construção no cidade nova em palmeirasR$ 40,6 milTerreno
- Fiat - uno mille 2006R$ 21,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Em maosR$ 8.123Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Genilson declarou ao TSE R$ 5,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Palmeiras (BA) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.59164%
- PessoasR$ 1.45736%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.91147,5%
- TransporteR$ 1.45736,2%
- Material impressoR$ 63115,7%
- EscritórioR$ 240,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Palmeiras (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 31,4 por voto. Quem venceu, Dudu, gastou R$ 20 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 20.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Louro PTBR$ 7 mil · 40 votosR$ 176
- Ionaldo De Juca PSDR$ 11 mil · 97 votosR$ 109
- Alessandra MDBR$ 10 mil · 98 votosR$ 106
- Hiandra PSDR$ 11 mil · 230 votosR$ 46,3
- Cezar Enfermeiro PTR$ 10 mil · 244 votosR$ 41,3
- Raul PDTR$ 6,9 mil · 206 votosR$ 33,4
- Kléber PC do BR$ 9 mil · 287 votosR$ 31,4
- Vandeco PLR$ 6,6 mil · 220 votosR$ 30
- Edmundo MDBR$ 7,8 mil · 313 votosR$ 25
- Ino PTBR$ 7,9 mil · 323 votosR$ 24,3
- Feu PSDR$ 7 mil · 290 votosR$ 24,2
- Dudu PRPR$ 6,5 mil · 323 votosR$ 20
Votos por real
- 2016, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 7,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.