Apuração
Vereador · 2012 · PP

Gelinho

Gelson Sebastião Beumer · nasceu em 1981

Gelinho disputou uma eleição, em 2012, para vereador (São Bonifácio (SC)), pelo PP: eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,66← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 31 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    PP 11444· direita
    eleito162 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Gelinho declarou R$ 252 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.

R$ 252 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 115.000 na declaração)

Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2012.

  • GelinhoR$ 252 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 131,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 281,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 252 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Terreno rural 7R$ 175,3 mil
    Terreno rural
  2. Terreno de 4 hectares em são bonifacioR$ 43,8 mil
    Terreno rural
  3. Case de madeira 48M2 em são bonifacioR$ 17,5 mil
    Casa
  4. Saveiro ano 1992R$ 15,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Gelinho declarou ao TSE R$ 5,5 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · São Bonifácio (SC) · PP · eleito

De onde veio

R$ 5.515
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.515.
  1. Próprio bolsoR$ 3.73267,7%
  2. Outros candidatosTudo de Paulo ExterkoetterR$ 1.34924,5%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4337,9%

Para onde foi

R$ 5.515
O maior gasto foi com transporte: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.515. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 2664,8%

Quanto custou cada voto: vereador, São Bonifácio (SC), 2012

Mediana da disputa: R$ 82,9 por voto. Quem venceu, Nei, gastou R$ 41,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.293; o mais barato, R$ 41,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Mirian Scharf PSDR$ 6,5 mil · 5 votosR$ 1.293
  • Lourdes MDBR$ 7,6 mil · 24 votosR$ 318
  • Mario Stock PPR$ 6,5 mil · 49 votosR$ 133
  • Lucas Beumer PSDR$ 6,5 mil · 51 votosR$ 127
  • Remelda Kuehl PSDR$ 6,5 mil · 75 votosR$ 87,1
  • Valerio Backes PSDR$ 6,5 mil · 78 votosR$ 82,9
  • Saulo Buss MDBR$ 6,9 mil · 85 votosR$ 81,4
  • Lindolfo Schug PSDR$ 7 mil · 99 votosR$ 70,9
  • Cristiano MDBR$ 7 mil · 121 votosR$ 57,6
  • Renato Weber PPR$ 7 mil · 121 votosR$ 57,5
  • Nei PSDR$ 6,5 mil · 157 votosR$ 41,4

Votos por real

  • 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.