Gaucho da Pro Art
Adelar Chefer dos Santos · nasceu em 1972
Gaucho da Pro Art se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo PP.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 52 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gaucho da Pro Art declarou R$ 21,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 59,7 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- Gaucho da Pro ArtR$ 21,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gaucho da Pro Art declarou ao TSE R$ 61 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 25 mil, 30% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Corumbá (MS) · PP · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 8.53748,4%
- PessoasR$ 5.01628,4%
- Próprio bolsoR$ 4.10123,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.97654,7%
- PessoalR$ 4.10145,1%
- EscritórioR$ 260,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Corumbá (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 96,4 por voto. Quem venceu, Hanna Santana, gastou R$ 16,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 640; o mais barato, R$ 16,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Amanda Migueis PODER$ 78 mil · 122 votosR$ 640
- Enfermeira Keyla Brito PRDR$ 98 mil · 159 votosR$ 615
- Raquel Bryk PRDR$ 225 mil · 554 votosR$ 407
- Cristina Lanza PSDBR$ 49 mil · 177 votosR$ 277
- Kleyton Cruz PSBR$ 97 mil · 699 votosR$ 139
- Tadeu Vieira PSDBR$ 46 mil · 366 votosR$ 125
- Elinho Jr PPR$ 109 mil · 1.135 votosR$ 96,4
- Pietro Candia PSBR$ 52 mil · 721 votosR$ 71,5
- Nanáh Cordeiro REPUBLICANOSR$ 31 mil · 725 votosR$ 42,2
- Allex Dellas PDTR$ 28 mil · 698 votosR$ 39,8
- Bira PSDBR$ 35 mil · 1.143 votosR$ 30,6
- Hanna Santana MDBR$ 30 mil · 1.857 votosR$ 16,3
Votos por real
- 2024, vereador: 86 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 60 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.