Gaspar Tonin
nasceu em 1952
Gaspar Tonin se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Gaspar Tonin declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Gaspar ToninR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Metade do lote rural n. 12 da linha cinco secção douradoR$ 609,3 milTerra nua
- Lote urbano n. 20R$ 584,9 milTerreno
- Parte do lotu rural n. 10 da linha cincoR$ 365,6 milTerra nua
- Automóvel marca toyota/corolla XEI20FLEXR$ 81,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Caminhonete fia strada workingR$ 48,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Valores disponíveis em espécieR$ 32,5 milConta corrente no país
- BB renda fixa fundos de investimentoR$ 29,9 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- Brasilprev VGBL junto ao banco do brasil SAR$ 28,1 milPrevidência VGBL
- Ouro cap torcida pu 36R$ 1.683Outros créditos e poupança vinculada
- Poupança ouroR$ 158Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Gaspar Tonin declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,2 mil, 19% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Gaurama (RS) · DEM · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.78181,1%
- Fundo partidárioTudo de Democratas - DemR$ 41518,9%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Enxutao Ltda - EppR$ 72933,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Gaurama (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,3 por voto. Quem venceu, Kátia, gastou R$ 12,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 310; o mais barato, R$ 12,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Iria Tonial PDTR$ 3,7 mil · 12 votosR$ 310
- Tereza PPR$ 3 mil · 24 votosR$ 127
- Dr. Alexandre Nardelli PPR$ 5 mil · 115 votosR$ 43,2
- Edson Pomagerski PDTR$ 4,4 mil · 128 votosR$ 34,5
- Wilmar Colling PTR$ 2,8 mil · 110 votosR$ 25,9
- Paulo Comandulli PDTR$ 5,8 mil · 246 votosR$ 23,7
- Pazza MDBR$ 4,8 mil · 205 votosR$ 23,3
- Profe Gládis PTR$ 2,6 mil · 129 votosR$ 20,1
- Alvaro Tonial PDTR$ 4,3 mil · 306 votosR$ 14
- Delcio Graboski MDBR$ 3,9 mil · 282 votosR$ 13,8
- Carmelino Comarella MDBR$ 3,1 mil · 231 votosR$ 13,3
- Kátia PDTR$ 4,9 mil · 404 votosR$ 12,1
Votos por real
- 2016, vereador: 116 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 165 votos por R$ 1.000, 3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.