Apuração
Prefeito · 2016 · PTB

Garnica

Antonio Luiz Garnica · nasceu em 1954

Garnica se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2012PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Sempre pelo PTB.

PrefeitoPartidoPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 61 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Prefeito · Pontal (SP)
    PTB 14· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2012
    Prefeito · Pontal (SP)
    PTB 14· centro-direita
    não eleito7.646 votos, 36,0%
  3. 2004
    Prefeito · Pontal (SP)
    PTB 14· centro-direita
    eleito12.138 votos, 67,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Garnica declarou R$ 23 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 637,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 23 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 14.143 na declaração)

Declarou 5% da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2016.

  • GarnicaR$ 23 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 419,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 559,7 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 23 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Garnica declarou ao TSE R$ 273 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 221 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Pontal (SP) · PTB · não eleito

De onde veio

R$ 51,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,2 mil.
  1. EmpresasTudo de Panorama Agricultura LtdaR$ 43,3 mil84,7%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.3328,5%
  3. Próprio bolsoR$ 3.5226,9%

Para onde foi

R$ 51,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 56% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal17 pessoas, não nomeadasR$ 22,5 mil43,9%
  2. EscritórioR$ 560,1%

Votos por real

  • 2012, prefeito: 149 votos por R$ 1.000.
  • 2004, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, 8% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.