Apuração
Vereador · 2008 · PDT

Garibaldi

Garibaldi Colombo · nasceu em 1964

Garibaldi se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

VereadorPartidoPDT200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 44 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Porto Lucena (RS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente162 votos
  2. 2004
    Vereador · Porto Lucena (RS)
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente208 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Garibaldi declarou R$ 331,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.

R$ 331,7 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 123.000 na declaração)

Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • GaribaldiR$ 331,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 331,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Fração terra rural do lote N.30 c/area de 13R$ 110,6 mil
    Bens rurais e animais
  2. Uma casa em alvenaria c/area 83R$ 80,9 mil
    Imóveis
  3. Automovel vw/gol 1.0 ano 2005 -placa IMO6465R$ 64,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Fração de terra rual c/area de 4R$ 35,1 mil
    Bens rurais e animais
  5. 20 Cabeças de gadoR$ 27 mil
    Bens rurais e animais
  6. Motocicleta honda nxr 125 bros ano 2003-PLACA ILI4196R$ 13,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Garibaldi declarou ao TSE R$ 4,2 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 2,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Porto Lucena (RS) · PDT · suplente

De onde veio

R$ 1.917
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.917.
  1. Próprio bolsoR$ 1.76291,9%
  2. PessoasR$ 1558,1%

Para onde foi

R$ 1.917
O maior gasto foi com transporte: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.917.
  1. TransporteR$ 1.10057,4%
  2. OutrosR$ 55729,1%
  3. ServiçosR$ 1618,4%
  4. EscritórioR$ 995,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Lucena (RS), 2008

Mediana da disputa: R$ 17,9 por voto. Quem venceu, Tonho, gastou R$ 8,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,7; o mais barato, R$ 8,49.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • J Flores -Chuchuca MDBR$ 3,3 mil · 56 votosR$ 59,7
  • Dudu PPR$ 8,2 mil · 224 votosR$ 36,5
  • Minho PDTR$ 8,2 mil · 244 votosR$ 33,8
  • Rodolfo Henz PTR$ 2,9 mil · 92 votosR$ 32
  • Omar Olsson PTR$ 4,2 mil · 169 votosR$ 25
  • Nei Lasta MDBR$ 3,4 mil · 137 votosR$ 24,7
  • Alcindo Gruetzmann PTR$ 2,4 mil · 136 votosR$ 17,9
  • Erones Dos Santos PDTR$ 3,3 mil · 203 votosR$ 16,1
  • Paulo PDTR$ 2,2 mil · 149 votosR$ 14,7
  • Nico MDBR$ 3,8 mil · 275 votosR$ 13,8
  • Dada MDBR$ 2,3 mil · 193 votosR$ 12,1
  • Tonho PDTR$ 3,1 mil · 361 votosR$ 8,49

Votos por real

  • 2008, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 91 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.