Gallo
Luiz Carlos Gallo de Freitas · nasceu em 1958
Gallo se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 6.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024.
Passou por 5 partidos: MDB (2002), PL (2004), PDT (2008–2012), PSL (2016), CIDADANIA (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 66 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroMDB 15550· centrosuplente24.004 votos; 102º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Gallo teve 24.004 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 81 cidades. Niterói deu 61,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Gallo declarou R$ 491,8 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (50%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2008.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Gallo declarou ao TSE R$ 456 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 304 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Niterói (RJ) · CIDADANIA · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Cidadania 23 - Diretorio Municipal - Niteroi - RjR$ 14,7 mil57,8%
- Próprio bolsoR$ 6.10624,1%
- Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 4.59418,1%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Niterói (RJ), 2024
Mediana da disputa: R$ 102 por voto. Quem venceu, Douglas Gomes, gastou R$ 18 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.902; o mais barato, R$ 18.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jack Dinucci PODER$ 402 mil · 103 votosR$ 3.902
- Ramon Carrera PODER$ 553 mil · 667 votosR$ 829
- Walkiria Nictheroy PC do BR$ 575 mil · 2.105 votosR$ 273
- Tania Rodrigues PDTR$ 251 mil · 1.015 votosR$ 248
- Wallace Pixote PLR$ 328 mil · 2.585 votosR$ 127
- Leonardo Giordano PC do BR$ 541 mil · 4.395 votosR$ 123
- Fabiano Gonçalves REPUBLICANOSR$ 354 mil · 3.478 votosR$ 102
- Maninho UNIÃOR$ 267 mil · 3.352 votosR$ 79,8
- Sylvio PTR$ 282 mil · 4.045 votosR$ 69,6
- Anderson Pipico PTR$ 291 mil · 5.488 votosR$ 53
- Daniel Marques PLR$ 300 mil · 6.750 votosR$ 44,5
- Douglas Gomes PLR$ 295 mil · 16.369 votosR$ 18
Votos por real
- 2024, vereador: 755 votos por R$ 1.000, 35 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 210 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 256 votos por R$ 1.000, 6,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 112 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.