Gaibú
Rosimar Lima de Oliveira · nasceu em 1975
Gaibú se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 36 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Gaibú teve 139 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 232º lugar entre 330 candidatos.
Recebeu votos em 6 cidades. Santa Rosa do Purus deu 59,0% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Gaibú declarou R$ 120,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 53,1 mil acima da inflação.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2012.
- GaibúR$ 120,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Gaibú declarou ao TSE R$ 34 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Santa Rosa do Purus (AC) · PC do B · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.73391,2%
- PartidoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 1678,8%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 1.73391,2%
- Material impressoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 1678,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Rosa do Purus (AC), 2012
Mediana da disputa: R$ 47,7 por voto. Quem venceu, Rui Lopes, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 302; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fatinha PC do BR$ 12 mil · 40 votosR$ 302
- Maria Do Normando PSBR$ 10 mil · 74 votosR$ 136
- Bebe PPR$ 2 mil · 20 votosR$ 100
- Genésio Kaxinawá PTR$ 2 mil · 21 votosR$ 95,4
- Professor Galvão PTR$ 2 mil · 22 votosR$ 91,1
- Erasmo Braga PSBR$ 5,5 mil · 61 votosR$ 90,4
- Vivaldo Domingos PTR$ 2 mil · 42 votosR$ 47,7
- Enio Kulina PTR$ 2 mil · 45 votosR$ 44,5
- Hulício Kaxinawá DCR$ 2 mil · 46 votosR$ 43,6
- Admar Saldanha PTR$ 2 mil · 47 votosR$ 42,4
- Binha PVR$ 2 mil · 53 votosR$ 37,8
- Rui Lopes PVR$ 2 mil · 115 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 5,7 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 8,5 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.