Gafó
Josemar da Conceição Florencio · nasceu em 1987
Gafó se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PDT (2012), MDB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 33 anos, ensino médio, vereador, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gafó declarou R$ 260 mil em bens, em reais de hoje: 36 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 181,1 mil acima da inflação.
Declarou 36 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- GafóR$ 260 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gafó declarou ao TSE R$ 7,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 4,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Entre Rios (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Entre Rios (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Leandro Simoes, gastou R$ 7,79 por voto. O voto mais caro custou R$ 721; o mais barato, R$ 7,79.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Benta Nego Do Mato PSOLR$ 4,3 mil · 6 votosR$ 721
- Primavera PSOLR$ 7,8 mil · 32 votosR$ 245
- Marcia Do Porto SOLIDARIEDADER$ 7,1 mil · 33 votosR$ 214
- Jessica Senna PTR$ 6,9 mil · 46 votosR$ 150
- Pastora Geovania SOLIDARIEDADER$ 7,1 mil · 114 votosR$ 62,1
- Jana Da Ong SOLIDARIEDADER$ 21 mil · 386 votosR$ 55
- Lauro Matos PTR$ 4,1 mil · 157 votosR$ 26,2
- Beto Da Topic PSCR$ 4,3 mil · 261 votosR$ 16,6
- Filipe Argôlo SOLIDARIEDADER$ 6,8 mil · 578 votosR$ 11,8
- Dado Almeida SOLIDARIEDADER$ 5,5 mil · 515 votosR$ 10,7
- Tarcio Almeida PSDR$ 6,1 mil · 739 votosR$ 8,23
- Leandro Simoes PDTR$ 4,9 mil · 631 votosR$ 7,79
Votos por real
- 2020, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 113 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 404 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.