Gabriel Kochenborger
Gabriel Antonio Kochenborger · nasceu em 1965
Gabriel Kochenborger se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2004–2006), SOLIDARIEDADE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40456· centro-esquerda· na urna, Gabriel Kochemborgersuplente1.521 votos; 324º mais votado de 486 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Gabriel Kochenborger teve 1.521 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 324º lugar entre 486 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Canoas deu 47,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Gabriel Kochenborger declarou R$ 732,6 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2020, o total subiu R$ 435,9 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Gabriel KochenborgerR$ 732,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Gabriel Kochenborger declarou ao TSE R$ 95 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 76 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Canoas (RS) · SOLIDARIEDADE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 4.16676,6%
- PessoasR$ 1.20322,1%
- Outros candidatosR$ 711,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.45983%
- Rádio, TV e vídeoR$ 70817%
Quanto custou cada voto: vereador, Canoas (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 43,1 por voto. Quem venceu, Marcio Freitas, gastou R$ 12,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 972; o mais barato, R$ 12,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Vilma Cidade PSLR$ 87 mil · 90 votosR$ 972
- Násser REDER$ 89 mil · 700 votosR$ 127
- Dj Cassiá PTBR$ 71 mil · 672 votosR$ 105
- Abmael SOLIDARIEDADER$ 69 mil · 1.373 votosR$ 49,9
- Jefferson Otto PSDR$ 52 mil · 1.138 votosR$ 45,8
- Marcinho MDBR$ 64 mil · 1.410 votosR$ 45,1
- Airton Souza MDBR$ 127 mil · 2.940 votosR$ 43,1
- Maria Eunice PTR$ 63 mil · 1.536 votosR$ 41
- Dr Pompeu PPR$ 53 mil · 1.341 votosR$ 39,7
- Professora Paula Marisa PRTBR$ 53 mil · 1.707 votosR$ 30,8
- Linck Da Auto Escola MDBR$ 55 mil · 2.137 votosR$ 25,9
- Marcio Freitas PDTR$ 54 mil · 4.203 votosR$ 12,7
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 147 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.