Frederico de Pingo
Marcos Frederico Gomes Brito · nasceu em 1977
Frederico de Pingo se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PC do B (2008), PL (2016), PSB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 43 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Frederico de Pingo declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 122,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Frederico de PingoR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Frederico de Pingo declarou ao TSE R$ 8,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ituaçu (BA) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 70897,3%
- EscritórioR$ 202,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Ituaçu (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,30 por voto. Quem venceu, Marcinho De Noe, gastou R$ 2,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 273; o mais barato, R$ 2,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Guilhermino PSDR$ 2,2 mil · 8 votosR$ 273
- Beto De Zé Boiadeiro PSLR$ 2,1 mil · 41 votosR$ 51,8
- Mera De Galego PSDR$ 1,9 mil · 53 votosR$ 35,9
- Irmã Lene PSBR$ 1,8 mil · 55 votosR$ 32
- Carla De Negão PDTR$ 2,4 mil · 164 votosR$ 14,7
- Tita Mecânico PSBR$ 1,8 mil · 121 votosR$ 14,7
- Lucivaldo Amorim PSBR$ 2 mil · 220 votosR$ 9,30
- Cesar Do Povo PPR$ 3,9 mil · 432 votosR$ 9,06
- Deyvison PPR$ 2,6 mil · 331 votosR$ 7,90
- Flávio Brito PSBR$ 1,8 mil · 276 votosR$ 6,42
- Almir Pessoa PSDR$ 2,1 mil · 720 votosR$ 2,87
- Marcinho De Noe PLR$ 2,5 mil · 975 votosR$ 2,61
Votos por real
- 2020, vereador: 295 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 198 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.