Apuração
Deputado federal · 2018 · NOVO

Fred Cosentino

Frederico de Medeiros Cosentino · nasceu em 1990

Fred Cosentino disputou uma eleição, em 2018, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo NOVO: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoNOVO+0,63← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoNOVO2018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 27 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    NOVO 3015· direita
    suplente10.446 votos; 93º mais votado de 404 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Fred Cosentino teve 10.446 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 93º lugar entre 404 candidatos.

Recebeu votos em 279 cidades. Porto Alegre deu 34,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 76,2%.

10.446 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 10.446 votos.
  1. Porto Alegre (RS)3.570 votos34,2%
  2. Bento Gonçalves (RS)1.700 votos16,3%
  3. Santa Maria (RS)558 votos5,3%
  4. Caxias do Sul (RS)391 votos3,7%
  5. Canoas (RS)299 votos2,9%
  6. Outras 264 cidades2.490 votos23,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Fred Cosentino declarou R$ 58,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 58,6 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 38.515 na declaração)

Declarou 45% da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2018.

  • Fred CosentinoR$ 58,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 130,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 58,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2018, Fred Cosentino declarou ao TSE R$ 91 mil em receitas, em reais de hoje.

2018 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · NOVO · suplente

De onde veio

R$ 91,1 mil
0% veio de fundos públicos; 26 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 91,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas26 pessoas, não nomeadasR$ 51,3 mil56,4%
  2. VaquinhaTudo de Vakinha.Com Instituicao De Pagamento LtdaR$ 6.9147,6%

Para onde foi

R$ 89,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 30% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 89,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços8 pessoas, não nomeadasR$ 20 mil22,4%
  2. PessoalR$ 2380,3%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2018

Mediana da disputa: R$ 24,9 por voto. Quem venceu, Paulo Pimenta, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado federal: 130 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.