Apuração
Vereador · 2016 · MDB

Fransquim da Mires

Francisco Fernandes Lima Filho · nasceu em 1946

Fransquim da Mires se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSB2012PTB2016MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.

Passou por 4 partidos: PSDB (2004), PSB (2008), PTB (2012), MDB (2016).

VereadorPartidoPSDBPSBPTBMDB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 69 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    MDB 15789· centro-direita
    suplente64 votos
  2. 2012
    PTB 14789· centro-direita
    eleito228 votos
  3. 2008
    PSB 40555· centro-esquerda· na urna, Franquim
    suplente89 votos
  4. 2004
    PSDB 45655· centro-direita· na urna, Fransquim
    eleito184 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Fransquim da Mires declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje: 9,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 116,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 211,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 130.000 na declaração)

Declarou 9,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2016.

  • Fransquim da MiresR$ 211,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 22,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 66,6 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 211,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Fransquim da Mires declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 9,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 250.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São João da Fronteira (PI) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 9.148
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.148.
  1. Próprio bolsoR$ 7.72484,4%
  2. PessoasR$ 1.42515,6%

Para onde foi

R$ 9.148
O maior gasto foi com transporte: 55% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 9.148.
  1. TransporteR$ 5.03955,1%
  2. ServiçosR$ 2.85031,2%
  3. Material impressoR$ 1.24013,6%
  4. EscritórioR$ 190,2%

Quanto custou cada voto: vereador, São João da Fronteira (PI), 2016

Mediana da disputa: R$ 72,3 por voto. Quem venceu, Arnaldo Do Povão, gastou R$ 33,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 662; o mais barato, R$ 33,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Fernando Oleiro PSDBR$ 15 mil · 22 votosR$ 662
  • Ana PSBR$ 9,6 mil · 32 votosR$ 299
  • Alderí MDBR$ 12 mil · 84 votosR$ 142
  • Andre PSBR$ 12 mil · 104 votosR$ 113
  • Antonio Carlos PLR$ 9,4 mil · 86 votosR$ 109
  • Joao Dora PSBR$ 10 mil · 104 votosR$ 96,9
  • Mimi DEMR$ 9,3 mil · 128 votosR$ 72,3
  • Lindomar Da Moto Peça PLR$ 19 mil · 273 votosR$ 71
  • Nonatinha PSBR$ 11 mil · 155 votosR$ 69,2
  • Mauro MDBR$ 11 mil · 195 votosR$ 56,8
  • Sandra PTBR$ 13 mil · 306 votosR$ 42,1
  • Arnaldo Do Povão PLR$ 11 mil · 321 votosR$ 33,3

Votos por real

  • 2016, vereador: 7 votos por R$ 1.000, 50% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 138 votos por R$ 1.000, 6,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 160 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.