Frank de Mazim Gato
Franklin Henrique Prates · nasceu em 1979
Frank de Mazim Gato se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PRP (2016), PDT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Frank de Mazim Gato declarou R$ 17,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 120,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Frank de Mazim GatoR$ 17,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Frank de Mazim Gato declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Claro dos Poções (MG) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Claro dos Poções (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 22,1 por voto. Quem venceu, Rogerio Silva, gastou R$ 7,85 por voto. O voto mais caro custou R$ 161; o mais barato, R$ 7,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Renilson Pereira MDBR$ 2,7 mil · 17 votosR$ 161
- Nego Coco PTR$ 1,7 mil · 21 votosR$ 80,4
- Naza Godinho MDBR$ 1,7 mil · 47 votosR$ 35,5
- Pretinha Moiada REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 63 votosR$ 26,4
- Pedrão DEMR$ 8,5 mil · 335 votosR$ 25,3
- Ze Antonio MDBR$ 1,7 mil · 74 votosR$ 22,5
- Fernando Alves PTR$ 1,6 mil · 72 votosR$ 22,1
- Wanderlei Chitos PDTR$ 3,9 mil · 196 votosR$ 20,1
- Luciano REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 140 votosR$ 11,8
- Roselena MDBR$ 2,5 mil · 257 votosR$ 9,71
- Aroldo Pe De Serra PTR$ 1,6 mil · 197 votosR$ 8,23
- Rogerio Silva REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 220 votosR$ 7,85
Votos por real
- 2016, vereador: 62 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.