Apuração
Vereador · 2008 · PSB

Francisco Luna

Francisco Demontiei Luna · nasceu em 1955

Francisco Luna se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004DEM2006PRONA2008PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 4 partidos: PDT (2002), DEM (2004), PRONA (2006), PSB (2008).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPDTDEMPRONAPSB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 53 anos, superior completo, diretor de estabelecimento de ensino. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Diadema (SP)
    PSB 40555· centro-esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · São Paulo
    PRONA 56556· direita
    suplente2.545 votos; 643º mais votado de 1.520 no estado
  3. 2004
    Prefeito · Diadema (SP)
    DEM 25· direita
    não eleito2.541 votos, 1,2%
  4. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PDT 12255· centro-esquerda
    suplente2.378 votos; 652º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Francisco Luna teve 2.545 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 643º lugar entre 1.520 candidatos.

Recebeu votos em 62 cidades. Diadema deu 52,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.

2.545 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.545 votos.
  1. Diadema (SP)1.337 votos52,5%
  2. São Bernardo do Campo (SP)489 votos19,2%
  3. São Paulo (SP)474 votos18,6%
  4. Santo André (SP)78 votos3,1%
  5. Marília (SP)31 votos1,2%
  6. Outras 47 cidades64 votos2,5%
As outras 1 eleições para deputado
2.378 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.378 votos.
  1. Diadema (SP)1.265 votos53,2%
  2. São Paulo (SP)477 votos20,1%
  3. São Bernardo do Campo (SP)125 votos5,3%
  4. Embu das Artes (SP)105 votos4,4%
  5. Marília (SP)86 votos3,6%
  6. Outras 75 cidades135 votos5,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Francisco Luna declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 247,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 417.000 na declaração)

Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Francisco LunaR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Joias e pedras preciosasR$ 485,4 mil
    Outros
  2. Títulos da dívida agráriaR$ 323,6 mil
    Outros
  3. Sala comercialR$ 210,3 mil
    Imóveis
  4. Automóvel subaru 2003/ 2003R$ 105,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Francisco Luna declarou ao TSE R$ 60 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 29 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Diadema (SP) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 29,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil.
  1. PessoasR$ 24 mil82,2%
  2. EmpresasR$ 2.6779,2%
  3. PartidoR$ 2.5178,6%

Para onde foi

R$ 29,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 54% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 29,2 mil.
  1. Material impressoR$ 15,7 mil53,8%
  2. OutrosR$ 13,2 mil45,2%
  3. EscritórioR$ 2951%

Quanto custou cada voto: vereador, Diadema (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 68,1 por voto. Quem venceu, Pastor Edmilson, gastou R$ 27,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 27,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 181 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 140 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.