Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Francisco do Sindicato

Francisco Pereira de Almeida · nasceu em 1935

Francisco do Sindicato se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 73 anos, até o fundamental, trabalhador rural. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Sete Quedas (MS)
    MDB 15333· centro
    suplente155 votos
  2. 2004
    Vereador · Sete Quedas (MS)
    MDB 15333· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Francisco do Sindicato declarou R$ 192,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul.

R$ 192,6 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 71.441 na declaração)

Declarou 3,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2008.

  • Francisco do SindicatoR$ 192,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 149 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 192,6 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 7 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Direito de posse sobre imovel rural det. pelo lote 95 do…R$ 134,8 mil
    Créditos e direitos
  2. Veiculo gol ano modelo 1990R$ 21,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  3. Saldo em moeda corrente nacionalR$ 16,2 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Casa residencial rua castelo branco 535R$ 10,8 mil
    Imóveis
  5. Lote urbano 4 quadra 115R$ 8.744
    Imóveis
  6. Saldo em cc junto ao BB sete quedasR$ 213
    Dinheiro e aplicações
  7. Saldo em cc junto ao BB sete quedas c. 50148-4 ag 0078-7R$ 51
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Francisco do Sindicato declarou ao TSE R$ 8,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 5,1 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Sete Quedas (MS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 3.261
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.261.
  1. Outros candidatosR$ 1.09833,7%
  2. PartidoR$ 1.09233,5%
  3. Próprio bolsoR$ 1.07132,8%

Para onde foi

R$ 3.261
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Sete Quedas (MS), 2008

Mediana da disputa: R$ 45,6 por voto. Quem venceu, Dé, gastou R$ 14,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 257; o mais barato, R$ 14,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Creuza PTR$ 20 mil · 76 votosR$ 257
  • João De Sales PTR$ 4,2 mil · 17 votosR$ 247
  • Professor Nelson PTR$ 8,9 mil · 43 votosR$ 208
  • Dinei Do Mercado PSCR$ 5,9 mil · 73 votosR$ 81,2
  • Professora Miriam PTR$ 8,9 mil · 130 votosR$ 68,7
  • Garcia PSCR$ 10 mil · 208 votosR$ 48,4
  • Iara Vendramini DEMR$ 8,4 mil · 185 votosR$ 45,6
  • Dr. Amadeu PSDBR$ 10 mil · 264 votosR$ 38,2
  • Coró DEMR$ 8,5 mil · 228 votosR$ 37,1
  • Claudio Parreira PDTR$ 7,3 mil · 398 votosR$ 18,4
  • Paulo Caxa MDBR$ 4,4 mil · 277 votosR$ 15,8
  • Dé PDTR$ 4,2 mil · 296 votosR$ 14,2

Votos por real

  • 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.