Apuração
Vereador · 2024 · MDB

Francisco Borges

Francisco Borges de Oliveira · nasceu em 1969

Francisco Borges se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PSL2012PSL2014PSL2016PSL2020PSD2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: MDB (2004), PSL (2008–2016), PSD (2020), MDB (2024).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBPSLPSDMDB’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 55 anos, superior completo, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Timon (MA)
    MDB 15369· centro-direita
    suplente
  2. 2020
    Vereador · Timon (MA)
    PSD 55789· direita
    suplente
  3. 2016
    Vereador · Timon (MA)
    PSL 17369· direita
    suplente
  4. 2014
    Deputado estadual · Maranhão
    PSL 17369· direita
    suplente664 votos; 221º mais votado de 490 no estado
  5. 2012
    Vereador · Timon (MA)
    PSL 17369· direita
    suplente891 votos
  6. 2008
    Vereador · Timon (MA)
    PSL 17258· direita
    candidatura não chegou à urna
  7. 2004
    Vereador · Timon (MA)
    MDB 15789· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Francisco Borges teve 664 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 221º lugar entre 490 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Timon deu 82,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.

664 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 664 votos.
  1. Timon (MA)548 votos82,5%
  2. Barra do Corda (MA)32 votos4,8%
  3. Duque Bacelar (MA)27 votos4,1%
  4. Tuntum (MA)10 votos1,5%
  5. Timbiras (MA)7 votos1,1%
  6. Outras 5 cidades5 votos0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Francisco Borges declarou R$ 520,3 mil em bens, em reais de hoje: 67 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Maranhão. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 312,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 520,3 mil
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 471.000 na declaração)

Declarou 67 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Maranhão em 2024.

  • Francisco BorgesR$ 520,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 7.733
  • Mediana dos eleitosR$ 86,5 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 520,3 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
  1. Uma casa situada á rua firmino gonçalves pedreirasR$ 276,2 mil
    Casa
  2. Uma casa situada á rua seisR$ 187,8 mil
    Casa
  3. Terreno no povoado bambu-lagoa da chapadaR$ 55,2 mil
    Terreno
  4. Empresa individual CNPJ 38.088.285/0001-37R$ 1.105
    Ouro, ativo financeiro

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Francisco Borges declarou ao TSE R$ 102 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 28 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Timon (MA) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 21,7 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,5 mil62,2%
  2. PessoasR$ 4.81222,2%
  3. Outros candidatosR$ 3.39615,6%

Para onde foi

R$ 15,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 75% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 15,5 mil.
  1. Material impressoR$ 11,5 mil74,5%
  2. TransporteR$ 1.80511,7%
  3. InternetR$ 1.75011,3%
  4. OutrosR$ 3832,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Timon (MA), 2024

Mediana da disputa: R$ 73,2 por voto. Quem venceu, Ulysses Waquim, gastou R$ 19,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 516; o mais barato, R$ 19,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2024, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2020, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.