Folly
Edgar Foly · nasceu em 1933
Folly se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSB (2002), PDT (2004–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 87 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40681· centro-esquerda· na urna, Edgar Follysuplente7.874 votos; 215º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Folly teve 7.874 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 215º lugar entre 1.233 candidatos.
Recebeu votos em 66 cidades. Niterói deu 49,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Folly declarou R$ 111,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 64,2 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2012.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Folly declarou ao TSE R$ 211 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 63 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Niterói (RJ) · PDT · suplente
De onde veio
- Fundo partidárioR$ 6.51848,9%
- PessoasR$ 6.51048,9%
- Próprio bolsoR$ 2922,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 6.00988,3%
- InternetR$ 70810,4%
- EscritórioR$ 851,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Niterói (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 47,4 por voto. Quem venceu, Professor Tulio, gastou R$ 15,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 167; o mais barato, R$ 15,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tania Rodrigues PDTR$ 103 mil · 615 votosR$ 167
- Dr. Nazar MDBR$ 212 mil · 1.876 votosR$ 113
- Henrique Fenix PLR$ 143 mil · 2.287 votosR$ 62,5
- Fabiano Gonçalves CIDADANIAR$ 215 mil · 3.464 votosR$ 62,2
- Henrique Miranda PSDR$ 71 mil · 1.281 votosR$ 55,8
- Leonardo Giordano PC do BR$ 145 mil · 2.676 votosR$ 54,3
- Leandro Portugal PVR$ 182 mil · 3.838 votosR$ 47,4
- Veronica Lima PTR$ 154 mil · 4.220 votosR$ 36,5
- Binho Guimarães PDTR$ 86 mil · 2.999 votosR$ 28,8
- Boechat PDTR$ 79 mil · 2.916 votosR$ 27,3
- Paulo Eduardo Gomes PSOLR$ 76 mil · 3.978 votosR$ 19,2
- Professor Tulio PSOLR$ 71 mil · 4.534 votosR$ 15,6
Votos por real
- 2020, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 53 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.