Apuração
Prefeito · 2008 · PL

Quito

Florisberto Santos Oliveira · nasceu em 1948

Quito se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,41← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PTB2008PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: PTB (2004), PL (2008).

PrefeitoPartidoPTBPL200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, até o fundamental, prefeito. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PL 22· direita
    não eleito768 votos, 31,3%
  2. 2004
    PTB 14· centro-direita· na urna, Florisberto - Quito
    eleito1.161 votos, 51,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Quito declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 2 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 754.000 na declaração)

Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Mato Grosso em 2008.

  • QuitoR$ 2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 857,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 920,2 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Um sítio, com 86 hectaries, zona rural, são jose do povo MTR$ 1,5 mi
    Bens rurais e animais
  2. 172 Cabeças de gadoR$ 269,6 mil
    Bens rurais e animais
  3. Um imovel residencialR$ 215,7 mil
    Imóveis
  4. Um carro modelo palioR$ 75,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Uma moto yamahaR$ 16,2 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Quito declarou ao TSE R$ 93 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 71 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeito · São José do Povo (MT) · PL · não eleito

De onde veio

R$ 22 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 22 mil.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal Para PrefeitoR$ 16,7 mil75,7%
  2. EmpresasTudo de Asplam Assessoria Auditoria Consultoria E PlanejamentoR$ 3.08414%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.26510,3%

Para onde foi

R$ 22 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: prefeito, São José do Povo (MT), 2008

Quito: R$ 28,6 por voto (mediana da disputa, R$ 59,1). Quem venceu, Joao Batista De Oliveira, gastou R$ 82,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,8; o mais barato, R$ 28,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Quito. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.