Flávio do Chico Prefeito
Flávio Geraldo de Oliveira Pinto · nasceu em 1982
Flávio do Chico Prefeito se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Coronel Xavier Chaves (MG)PSDB 45605· centro-direita· na urna, Flavio do Chico Prefeitoeleito95 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Flávio do Chico Prefeito declarou R$ 264,8 mil em bens, em reais de hoje: 9,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 224,4 mil acima da inflação.
Declarou 9,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Flávio do Chico PrefeitoR$ 264,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 02 Lotes na rua olímpio eusébio pintoR$ 97,5 milTerreno
- Casa em construçãoR$ 97,5 milConstrução
- Volkswagen voyageR$ 61,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em espécieR$ 8.123Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Flávio do Chico Prefeito declarou ao TSE R$ 914 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 379.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Coronel Xavier Chaves (MG) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13056,3%
- Outros candidatosR$ 10043,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 13056,3%
- ServiçosR$ 10043,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Xavier Chaves (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,2 por voto. Quem venceu, Cleber Beraldo, gastou R$ 7,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,1; o mais barato, R$ 7,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leia Assunção REDER$ 1 mil · 18 votosR$ 56,1
- Franci Do Toninho Roça Grande PSDBR$ 1,7 mil · 33 votosR$ 52,1
- Jurandir Da Cachoeira MDBR$ 1,1 mil · 27 votosR$ 39,8
- Toninho Maripá PVR$ 3,7 mil · 125 votosR$ 29,8
- Antonio Enfermeiro REDER$ 1,6 mil · 62 votosR$ 25,8
- Ilton Do Coelho PVR$ 2,2 mil · 102 votosR$ 21,4
- Wellington Motorista REDER$ 1,2 mil · 61 votosR$ 19,2
- Denise Almeida PTR$ 1,1 mil · 59 votosR$ 18,1
- Suerlei Sousa PTR$ 1,8 mil · 115 votosR$ 15,8
- Sábatha PVR$ 1,6 mil · 128 votosR$ 12,7
- Carlinhos Cobrador MDBR$ 829 · 81 votosR$ 10,2
- Cleber Beraldo PTR$ 782 · 101 votosR$ 7,74
Votos por real
- 2016, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 105 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 95 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.