Flavio Couto do Delino
Flavio Santos do Couto · nasceu em 1979
Flavio Couto do Delino se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PDT (2004), PSC (2012–2016), SOLIDARIEDADE (2020), PSD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 45 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Flavio Couto do Delino declarou R$ 522,1 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 450,9 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Flavio Couto do DelinoR$ 522,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Uma casa residencial em formiga-mgR$ 331,4 milOutros bens imóveis
- Um veiculo especie pas/automovelR$ 128,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro disponivelR$ 55,2 milDinheiro em espécie
- Conta correnteR$ 6.883Conta corrente no país
- Capital social junto ao sicoobR$ 478Outros bens e direitos
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Flavio Couto do Delino declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,9 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Formiga (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.78790,8%
- Outros candidatosR$ 3839,2%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Formiga (MG), 2024
Mediana da disputa: R$ 21,4 por voto. Quem venceu, Flavio Martins, gastou R$ 10,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.344; o mais barato, R$ 10,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cristina Cunha SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 7 votosR$ 2.344
- Jucielle Leal PDTR$ 14 mil · 81 votosR$ 169
- Denilson Oliveira PTR$ 11 mil · 148 votosR$ 77
- Anderson Faria (Derson) PODER$ 11 mil · 148 votosR$ 73,9
- Joao Do Povo PDTR$ 13 mil · 282 votosR$ 47,3
- Elizane Cunha PDTR$ 14 mil · 428 votosR$ 32,7
- Meirinha PDTR$ 14 mil · 654 votosR$ 21,4
- Cid Correa UNIÃOR$ 27 mil · 1.444 votosR$ 19
- Professor Rodrigo Melo PDTR$ 14 mil · 799 votosR$ 17,7
- Joice Alvarenga PTR$ 34 mil · 2.077 votosR$ 16,5
- Thiago Pinheiro PDTR$ 11 mil · 815 votosR$ 13
- Flavio Martins REPUBLICANOSR$ 10 mil · 966 votosR$ 10,6
Votos por real
- 2024, vereador: 223 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 185 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 331 votos por R$ 1.000, 8,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.