Flavio Carvalho
Flavio Carvalho de Oliveira · nasceu em 1971
Flavio Carvalho se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PODE (2002–2004), AVANTE (2006).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.
Declarou ao TSE em 2006: 34 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2006
- 2004
- 2002Deputado estadual · GoiásPODE 19905· centro-direita· na urna, Flávionão eleito4.207 votos; 150º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Flavio Carvalho teve 4.207 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 150º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Nerópolis deu 89,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Flavio Carvalho declarou ao TSE R$ 7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 5,7 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereador · Nerópolis (GO) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Nerópolis (GO), 2004
Mediana da disputa: R$ 42,7 por voto. Quem venceu, Calismar, gastou R$ 17,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 68,5; o mais barato, R$ 17,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Santo - Santo Do Peg Pag PTBR$ 35 mil · 509 votosR$ 68,5
- Cuca PLR$ 7,2 mil · 110 votosR$ 65,2
- Zim - Zinho PTBR$ 16 mil · 297 votosR$ 52,9
- Betão - Beto PTBR$ 16 mil · 317 votosR$ 51,4
- Edinho PSDBR$ 19 mil · 369 votosR$ 50,2
- Edson Garrita-Edson Da Agenfa PTBR$ 8,3 mil · 193 votosR$ 43,2
- Wendel - Wendel Do Zezão PTBR$ 24 mil · 552 votosR$ 42,7
- Elise, Elisa,Lili PLR$ 7,7 mil · 244 votosR$ 31,5
- Dona Rida PLR$ 8,8 mil · 332 votosR$ 26,5
- Ivaldo Ribeiro PLR$ 9 mil · 367 votosR$ 24,4
- Josa PPR$ 8,1 mil · 367 votosR$ 22,2
- Calismar PLR$ 6,6 mil · 373 votosR$ 17,6
Votos por real
- 2004, vereador: 229 votos por R$ 1.000, 5,3 vezes a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 741 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.