Flavinho
Flávio Tácito da Silva Vieira · nasceu em 1970
Flavinho se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Passou por 4 partidos: PSL (2004–2008), DEM (2012), PPL (2016–2018), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2018Deputado estadual · Rio Grande do NortePPL 54333· direitasuplente6.053 votos; 61º mais votado de 300 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Flavinho teve 6.053 votos para deputado estadual, 0,4% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 300 candidatos.
Recebeu votos em 94 cidades. Mossoró deu 70,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Flavinho declarou R$ 3.136 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 2.750, já descontada a inflação.
Declarou 55% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Norte em 2020.
- FlavinhoR$ 3.136
- Mediana dos candidatosR$ 5.746
- Mediana dos eleitosR$ 50,3 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Flavinho declarou ao TSE R$ 264 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 78 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Mossoró (RN) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 30,1 mil58,1%
- Próprio bolsoR$ 21,7 mil41,9%
Para onde foi
- InternetR$ 20,2 mil48,4%
- Material impressoR$ 11,2 mil26,9%
- ServiçosR$ 8.49120,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.2743,1%
- TransporteR$ 4251%
- EscritórioR$ 680,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Mossoró (RN), 2020
Mediana da disputa: R$ 40 por voto. Quem venceu, Professor Francisco Carlos, gastou R$ 23,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 3.047; o mais barato, R$ 23,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Juliana Queiroz DEMR$ 58 mil · 19 votosR$ 3.047
- Nelsinho Filho PPR$ 65 mil · 400 votosR$ 161
- Plúvia PTR$ 98 mil · 1.453 votosR$ 67,7
- Gideon Ismaias CIDADANIAR$ 52 mil · 1.088 votosR$ 48
- Lucas Das Malhas MDBR$ 74 mil · 1.849 votosR$ 40
- Lawrence SOLIDARIEDADER$ 68 mil · 1.739 votosR$ 39
- Petras DEMR$ 52 mil · 1.424 votosR$ 36,8
- Carmem Julia De Izabel MDBR$ 83 mil · 3.112 votosR$ 26,8
- Professor Francisco Carlos PPR$ 53 mil · 2.297 votosR$ 23,1
Votos por real
- 2020, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 160 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.