Flavia Muniz
Flavia Garutti Muniz · nasceu em 1980
Flavia Muniz se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012 e 2016.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 36 anos, ensino médio, agente de saúde e sanitarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Flavia Muniz declarou R$ 19,5 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Flavia MunizR$ 19,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Flavia Muniz declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 4,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Pedrinhas Paulista (SP) · PTB · eleita
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Pedrinhas Paulista (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 41,9 por voto. Quem venceu, Felippe Cofone, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,2; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sergio Francisco PTBR$ 1,5 mil · 17 votosR$ 86,2
- Professor Wilson PSDBR$ 8,6 mil · 107 votosR$ 80,5
- Sueli PATRIOTAR$ 1,5 mil · 24 votosR$ 61,1
- Dona Cida Do Leite REPUBLICANOSR$ 1,5 mil · 27 votosR$ 54,3
- Catuta PSDR$ 1,5 mil · 29 votosR$ 50,5
- Zé Domingues MDBR$ 1,5 mil · 32 votosR$ 45,8
- Paulinho Mucambo PLR$ 1,5 mil · 35 votosR$ 41,9
- Pro Raquel PSBR$ 1,5 mil · 55 votosR$ 26,6
- Claudio Vergilio PLR$ 1,5 mil · 69 votosR$ 21,2
- João Villani PTBR$ 1,5 mil · 74 votosR$ 19,8
- Valter PTBR$ 1,5 mil · 104 votosR$ 14,1
- Felippe Cofone DEMR$ 1,6 mil · 122 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 69 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.