Apuração
Vereador · 2024 · MDB

Filipe Figueiredo de Oliveira

nasceu em 1999

Filipe Figueiredo de Oliveira disputou uma eleição, em 2024, para vereador (Galiléia (MG)), pelo MDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,30← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2024
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 25 anos, superior completo, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Galiléia (MG)
    MDB 15888· centro-direita
    suplente105 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2024, Filipe Figueiredo de Oliveira declarou ao TSE R$ 670 em receitas, em reais de hoje.

2024 · Vereador · Galiléia (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 670
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2024.

Quanto custou cada voto: vereador, Galiléia (MG), 2024

Mediana da disputa: R$ 79,9 por voto. Quem venceu, Nivaldinho Campos, gastou R$ 9,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.185; o mais barato, R$ 9,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.