Apuração
Vereador · 2020 · PT

Filé do Forró

Clessiano Mendes Lourenço · nasceu em 1984

Filé do Forró disputou uma eleição, em 2020, para vereador (Ibiracatu (MG)), pelo PT: suplente.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,43← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPT2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Ibiracatu (MG)
    PT 13456· esquerda
    suplente93 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Filé do Forró declarou R$ 135,7 mil em bens, em reais de hoje: 6,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 135,7 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 94.500 na declaração)

Declarou 6,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.

  • Filé do ForróR$ 135,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 135,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. 01(UM) terreno de 01 (uma) hectare, localizado no distrito…R$ 43,1 mil
    Terreno rural
  2. 01 (Uma) com 04 comodos, localizada na rua maria da cruz…R$ 43,1 mil
    Casa
  3. Lote de terraR$ 28,7 mil
    Outros bens imóveis
  4. Carro, cor azul, tipo gol, marca volksvagen, ano 1999R$ 9.337
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Motocicleta, tipo fan, marca honda, ano 2011R$ 7.182
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. DinheiroR$ 4.309
    Dinheiro em espécie

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Filé do Forró declarou ao TSE R$ 342 em receitas, em reais de hoje, 29% de dinheiro público.

2020 · Vereador · Ibiracatu (MG) · PT · suplente

De onde veio

R$ 342
29% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 342.
  1. Outros candidatosR$ 20158,7%
  2. PessoasR$ 14241,3%

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, Ibiracatu (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,5 por voto. Quem venceu, Zé Amador, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 11,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ana Maria PSDR$ 2,1 mil · 10 votosR$ 212
  • José Maria Motorista PPR$ 7,1 mil · 42 votosR$ 169
  • Zezim Do Morro PSDR$ 2,5 mil · 19 votosR$ 134
  • Marislene REPUBLICANOSR$ 4,2 mil · 48 votosR$ 88,5
  • Debora PPR$ 2,7 mil · 32 votosR$ 84,3
  • Anacleto REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 21 votosR$ 81,3
  • Manoel Mendes Lô REPUBLICANOSR$ 1,7 mil · 40 votosR$ 42,5
  • José Carlos Kiu PSLR$ 7,8 mil · 197 votosR$ 39,6
  • Niveo PSDR$ 8,4 mil · 287 votosR$ 29,3
  • Romualdo PTR$ 4,8 mil · 181 votosR$ 26,5
  • Rê Da Fátima PPR$ 1,7 mil · 116 votosR$ 14,7
  • Zé Amador PTR$ 1,7 mil · 153 votosR$ 11,3

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.