Fiico
Marcos Andrioli da Silva · nasceu em 1988
Fiico se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2012), PSC (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 28 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Fiico declarou R$ 328,7 mil em bens, em reais de hoje: 6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 318,4 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 6 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- FiicoR$ 328,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fiico declarou ao TSE R$ 1,9 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,4 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Xambrê (PR) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Xambrê (PR), 2012
Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Poloto, gastou R$ 17 por voto. O voto mais caro custou R$ 104; o mais barato, R$ 17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tigela PTR$ 19 mil · 185 votosR$ 104
- Silvano Silvanão CIDADANIAR$ 6,8 mil · 76 votosR$ 89,8
- Professor Osnir PSBR$ 6,4 mil · 156 votosR$ 41
- Edson PSBR$ 13 mil · 333 votosR$ 38,8
- Marquinho Vechiato PSDBR$ 6,3 mil · 164 votosR$ 38,2
- Jaime MDBR$ 9,3 mil · 278 votosR$ 33,6
- Elson Dodô CIDADANIAR$ 11 mil · 365 votosR$ 30,8
- Veio PTR$ 7 mil · 243 votosR$ 28,8
- Pastor, Capitão, Lobinho CIDADANIAR$ 14 mil · 497 votosR$ 27,4
- Nicinho PSBR$ 6,6 mil · 241 votosR$ 27,4
- Pilingo MDBR$ 7,3 mil · 398 votosR$ 18,3
- Poloto CIDADANIAR$ 6,8 mil · 401 votosR$ 17
Votos por real
- 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.