Figueira
Marcos Antonio Figueira · nasceu em 1972
Figueira se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PDT (2012), SOLIDARIEDADE (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Figueira declarou R$ 413,7 mil em bens, em reais de hoje: 24 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 81,9 mil acima da inflação.
Declarou 24 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- FigueiraR$ 413,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Figueira declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil, 21% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Botucatu (SP) · DEM · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 1.69878,2%
- Outros candidatosR$ 47321,8%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Botucatu (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 9,09 por voto. Quem venceu, Rose Ielo, gastou R$ 6,65 por voto. O voto mais caro custou R$ 38,5; o mais barato, R$ 6,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sandra Reis REDER$ 14 mil · 365 votosR$ 38,5
- Curumim PSDBR$ 53 mil · 1.896 votosR$ 28
- Paulo Renato PSDBR$ 24 mil · 936 votosR$ 25,6
- Lelo Pagani PSDBR$ 28 mil · 1.308 votosR$ 21,4
- Washington Luiz REPUBLICANOSR$ 17 mil · 798 votosR$ 21,2
- Zé Fernandes PSDBR$ 15 mil · 1.152 votosR$ 13,4
- Erica Cardoso PSDBR$ 7 mil · 765 votosR$ 9,09
- Marcelo Sleiman DEMR$ 13 mil · 1.488 votosR$ 8,44
- Ze Piranha DEMR$ 8,1 mil · 1.061 votosR$ 7,62
- Cula PSDBR$ 10 mil · 1.342 votosR$ 7,62
- Sargento Laudo PSDBR$ 11 mil · 1.549 votosR$ 6,82
- Rose Ielo PDTR$ 8,8 mil · 1.320 votosR$ 6,65
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.