Fiala
Francisco Tomás Fiala · nasceu em 1954
Fiala se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PTB (2002), PV (2004), PP (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, ensino médio, servidor público estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado estadual · São PauloPP 11231· direitasuplente1.387 votos; 709º mais votado de 1.543 no estado
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · São PauloPTB 14166· centro-direitasuplente327 votos; 1176º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Fiala teve 1.387 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 709º lugar entre 1.543 candidatos.
Recebeu votos em 170 cidades. Pirajuí deu 46,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,2%.
- Pirajuí (SP)650 votos46,9%
- Botucatu (SP)127 votos9,2%
- São Paulo (SP)101 votos7,3%
- Araçatuba (SP)56 votos4%
- Bauru (SP)32 votos2,3%
- Outras 155 cidades275 votos19,8%
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Fiala declarou R$ 24,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2010, o total subiu R$ 13,5 mil acima da inflação.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2010.
- FialaR$ 24,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 147,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,2 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fiala declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 5,5 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Pirajuí (SP) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 93197,9%
- EscritórioR$ 192,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pirajuí (SP), 2012
Mediana da disputa: R$ 66,5 por voto. Quem venceu, Ricardo Cury, gastou R$ 22,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 241; o mais barato, R$ 22,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Miotto PTBR$ 9,9 mil · 41 votosR$ 241
- Carretero PRPR$ 9,9 mil · 97 votosR$ 102
- Wandão Grejo PSDR$ 14 mil · 167 votosR$ 82,4
- Silvio Pereira REPUBLICANOSR$ 8,8 mil · 116 votosR$ 75,4
- Divino DEMR$ 11 mil · 160 votosR$ 69,2
- Vivian Zuchieri PDTR$ 9,7 mil · 143 votosR$ 67,5
- Marquinho Do Pt PTR$ 24 mil · 365 votosR$ 66,5
- Leila Neme CIDADANIAR$ 11 mil · 177 votosR$ 59,4
- Celsinho Viana PSDR$ 11 mil · 235 votosR$ 46,5
- Waguinho DEMR$ 11 mil · 313 votosR$ 34,2
- Brabo REPUBLICANOSR$ 8,6 mil · 272 votosR$ 31,6
- Ricardo Cury PDTR$ 11 mil · 482 votosR$ 22,9
Votos por real
- 2012, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 252 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 100 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.