Apuração
Deputado estadual · 2014 · SOLIDARIEDADE

Ferrugem

Eronaldo José de Oliveira · nasceu em 1954

Ferrugem se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em 2.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,05← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSL2008PDT2012PDT2014SOLIDARIEDADE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: PSL (2004), PDT (2008–2012), SOLIDARIEDADE (2014).

Dep. estadualVereadorPartidoPSLPDTSOLIDARIEDADE200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 60 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · São Paulo
    SOLIDARIEDADE 77100· centro-direita
    suplente9.319 votos; 314º mais votado de 1.878 no estado
  2. 2012
    Vereador · São Vicente (SP)
    PDT 12100· centro-esquerda
    eleito2.471 votos
  3. 2008
    Vereador · São Vicente (SP)
    PDT 12100· centro-esquerda
    eleito2.726 votos
  4. 2004
    Vereador · São Vicente (SP)
    PSL 17123· direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Ferrugem teve 9.319 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 314º lugar entre 1.878 candidatos.

Recebeu votos em 64 cidades. São Vicente deu 64,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,8%.

9.319 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 9.319 votos.
  1. São Vicente (SP)5.960 votos64%
  2. Santos (SP)1.148 votos12,3%
  3. Praia Grande (SP)805 votos8,6%
  4. Cubatão (SP)335 votos3,6%
  5. Guarujá (SP)205 votos2,2%
  6. Outras 49 cidades116 votos1,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Ferrugem declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,5 mi
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 769.339 na declaração)

Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2014.

  • FerrugemR$ 1,5 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 106,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,5 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
  1. Apartamento no 172 do condominio residencial helbor…R$ 999,3 mil
    Apartamento
  2. Casa propriaR$ 174,5 mil
    Casa
  3. Casa sito a alameda rio grande da serra N.564R$ 164,8 mil
    Casa
  4. Dinheiro em espécieR$ 77,6 mil
    Dinheiro em espécie
  5. Toyota corolla ano 2005R$ 75,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Ferrugem declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 884 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · São Paulo · SOLIDARIEDADE · suplente

De onde veio

R$ 884 mil
0% veio de fundos públicos; 54 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 884 mil.
  1. PartidoTudo de Solidariedade - Sdd - Regional Sp.R$ 722,4 mil81,7%
  2. Pessoas54 pessoas, não nomeadasR$ 110,2 mil12,5%
  3. Próprio bolsoR$ 49,9 mil5,6%
  4. OutrosR$ 1.4840,2%

Para onde foi

R$ 883,2 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 883,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal137 pessoas, não nomeadasR$ 467,9 mil53%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 25,4 mil2,9%
  3. EscritórioR$ 12,4 mil1,4%
  4. ServiçosR$ 2.3040,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, São Paulo, 2014

Mediana da disputa: R$ 45,6 por voto. Quem venceu, Fernando Capez, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 193; o mais barato, R$ 11,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 11 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.