Fernando Piske
nasceu em 1991
Fernando Piske disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Itueta (MG)), pelo PSB: eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando Piske declarou R$ 42,2 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Fernando PiskeR$ 42,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Fernando Piske declarou ao TSE R$ 2,5 mil em receitas, em reais de hoje, 9,3% de dinheiro público.
2016 · Vereador · Itueta (MG) · PSB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 2.28190,7%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2016 Joao Campo Dall Orto PrefeitoR$ 2359,3%
Para onde foi
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 48619,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Itueta (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 50,9 por voto. Quem venceu, Reginaldo Lenke, gastou R$ 38,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 383; o mais barato, R$ 31,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Francisco Jequiti PTR$ 6,9 mil · 18 votosR$ 383
- Jose Carlos (Neguin) PSDR$ 6,6 mil · 54 votosR$ 123
- Isac Santos (Quita) PSDBR$ 7,2 mil · 75 votosR$ 96,1
- Carlos Elias Baldon MDBR$ 16 mil · 229 votosR$ 68,5
- Valsi Do Taxi DEMR$ 7,4 mil · 117 votosR$ 63,3
- Zezinho Roveda PSDBR$ 7,2 mil · 121 votosR$ 59,5
- Cabelinho DEMR$ 8,4 mil · 165 votosR$ 50,9
- Afonso Da Saude DEMR$ 9 mil · 179 votosR$ 50
- Genivaldo Dall Orto (Baixinho) MDBR$ 10 mil · 222 votosR$ 44,9
- Juarez Coelho MDBR$ 9,2 mil · 231 votosR$ 40
- Reginaldo Lenke MDBR$ 9,9 mil · 254 votosR$ 38,9
- Paulo Henrique MDBR$ 6,4 mil · 201 votosR$ 31,6
Votos por real
- 2016, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.