Apuração
Vereador · 2012 · MDB

Fernando Miranda

Fernando Miranda Gonçalves · nasceu em 1959

Fernando Miranda se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2012MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2012).

PrefeitoVereadorPartidoPSDBMDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Serro (MG)
    MDB 15100· centro-direita
    suplente
  2. 2004
    Prefeito · Serro (MG)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito2.482 votos, 25,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Fernando Miranda declarou R$ 3,3 mi em bens, em reais de hoje: 101 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 3,3 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.509.233 na declaração)

Declarou 101 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Fernando MirandaR$ 3,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 3,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Aquiseição de um apartamento 202 e 602 em construção…R$ 1,4 mi
    Outros bens imóveis
  2. Dinheiro em especieR$ 1,3 mi
    Dinheiro em espécie
  3. Açoes ogxR$ 394,4 mil
    Ações
  4. Açoes da petrobras pn ejR$ 143,4 mil
    Ações
  5. Fiat stilo ANO2004/2004R$ 81,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Açoes da empresa primeira classe bar e empreendimentosR$ 383
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Fernando Miranda declarou ao TSE R$ 308 em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Serro (MG) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 308
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 308
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Serro (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 34,8 por voto. Quem venceu, Roberto Tambor, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 70,7; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 5 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.