Apuração
Vereador · 2016 · REPUBLICANOS

Gusmão

Fernando Paulo Figueiredo Buarque de Gusmão · nasceu em 1967

Gusmão se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2004PC do B2006PC do B2010PC do B2012PT2016REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006.

Passou por 3 partidos: PC do B (2002–2010), PT (2012), REPUBLICANOS (2016).

SenadorDep. estadualVereadorPartidoPC do BPTREPUBLICANOS20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    REPUBLICANOS 10000· direita
    suplente
  2. 2012
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente
  3. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Fernando Gusmão
    suplente13.275 votos; 136º mais votado de 1.514 no estado
  4. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Fernando Gusmão
    eleito40.704 votos; 44º mais votado de 1.377 no estado
  5. 2004
    PC do B 65123· esquerda· na urna, Fernando Gusmão
    eleito36.434 votos
  6. 2002
    Senador · Rio de Janeiro
    PC do B 656· esquerda· na urna, Fernando Gusmão
    não eleito394.630 votos, 2,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Gusmão teve 13.275 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 136º lugar entre 1.514 candidatos.

Recebeu votos em 61 cidades. Rio de Janeiro deu 92,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.

13.275 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 13.275 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)12.280 votos92,5%
  2. Niterói (RJ)116 votos0,9%
  3. Miguel Pereira (RJ)99 votos0,7%
  4. São Gonçalo (RJ)93 votos0,7%
  5. Nova Iguaçu (RJ)80 votos0,6%
  6. Outras 46 cidades212 votos1,6%
As outras 1 eleições para deputado
40.704 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 40.704 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)34.925 votos85,8%
  2. São Gonçalo (RJ)1.244 votos3,1%
  3. Niterói (RJ)847 votos2,1%
  4. Nova Iguaçu (RJ)493 votos1,2%
  5. Duque de Caxias (RJ)437 votos1,1%
  6. Outras 66 cidades1.095 votos2,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Gusmão declarou R$ 685,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 93,4 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 685,6 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 422.000 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 685,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Gusmão declarou ao TSE R$ 2,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 785 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Rio de Janeiro (RJ) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 38,7 mil
41% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 38,7 mil.
  1. PessoasR$ 17 mil43,9%
  2. Outros candidatosR$ 16 mil41,4%
  3. Próprio bolsoR$ 5.69114,7%

Para onde foi

R$ 38,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 38,7 mil.
  1. Material impressoR$ 25,9 mil66,9%
  2. OutrosR$ 7.12418,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 4.04810,4%
  4. PessoalR$ 8102,1%
  5. ServiçosR$ 8102,1%
  6. EscritórioR$ 240,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio de Janeiro (RJ), 2016

Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Cesar Maia, gastou R$ 15 por voto. O voto mais caro custou R$ 786; o mais barato, R$ 15.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 167 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.