Apuração
Vice-prefeito · 2008 · PSDB

Fernando Gomes

Fernando Buissa de Barros Gomes · nasceu em 1961

Fernando Gomes se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PL2004PTB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PL (2002), PTB (2004), PSDB (2008).

Dep. federalVice-prefeitoVereadorPartidoPLPTBPSDB2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 46 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vice-prefeito · Santo André (SP)
    PSDB 45· centro-direita
    Na chapa de Dr. Brandão
    chapa não eleita31.044 votos da chapa, 8,3%
  2. 2004
    Vereador · Santo André (SP)
    PTB 14000· centro-direita
    suplente3.288 votos
  3. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PL 2288· direita
    suplente10.227 votos; 214º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Fernando Gomes teve 10.227 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 214º lugar entre 703 candidatos.

Recebeu votos em 160 cidades. Santo André deu 56,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,4%.

10.227 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.227 votos.
  1. Santo André (SP)5.800 votos56,7%
  2. São Paulo (SP)1.195 votos11,7%
  3. São Bernardo do Campo (SP)613 votos6%
  4. São Caetano do Sul (SP)393 votos3,8%
  5. Arujá (SP)302 votos3%
  6. Outras 145 cidades782 votos7,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Fernando Gomes declarou R$ 13,9 mi em bens, em reais de hoje.

R$ 13,9 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 5.155.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 13,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Quotas de capital financeiraR$ 10,8 mi
    Empresas e participações
  2. ApartamentoR$ 1,2 mi
    Imóveis
  3. ApartamentoR$ 943,7 mil
    Imóveis
  4. TerrenoR$ 323,6 mil
    Imóveis
  5. Disponibilidade financeiraR$ 215,7 mil
    Outros
  6. Veiculo pajeroR$ 148,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  7. Veiculo palioR$ 121,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  8. Veiculo cross foxR$ 107,9 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  9. Veiculo jeepR$ 40,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando Gomes declarou ao TSE R$ 130 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 94 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Santo André (SP) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 36,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 29,7 mil81,2%
  2. Outros candidatosR$ 3.4869,5%
  3. EmpresasR$ 3.4249,3%

Para onde foi

R$ 36,7 mil
O maior gasto foi com outros: 45% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 36,7 mil.
  1. OutrosR$ 16,5 mil45,1%
  2. EventosR$ 7.97621,8%
  3. ServiçosR$ 6.51617,8%
  4. PessoalR$ 4.15411,3%
  5. EscritórioR$ 1.1373,1%
  6. TransporteR$ 3581%

Quanto custou cada voto: vereador, Santo André (SP), 2004

Mediana da disputa: R$ 56,1 por voto. Quem venceu, Jurandir Gallo, gastou R$ 30,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 69,1; o mais barato, R$ 30,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Israel Santana PLR$ 158 mil · 2.290 votosR$ 69,1
  • Arlete PTR$ 205 mil · 2.997 votosR$ 68,4
  • Epeus PTR$ 175 mil · 2.573 votosR$ 68,2
  • Carlinhos Augusto PTR$ 196 mil · 2.893 votosR$ 67,8
  • Loló PTR$ 235 mil · 3.753 votosR$ 62,5
  • Montorinho PTR$ 227 mil · 3.667 votosR$ 61,8
  • Raulino Lima PTR$ 170 mil · 3.025 votosR$ 56,1
  • Claudio Malatesta PTR$ 182 mil · 3.552 votosR$ 51,1
  • Paulo Afonso PTR$ 123 mil · 2.469 votosR$ 49,8
  • Medeiros PSDBR$ 163 mil · 3.837 votosR$ 42,5
  • Padre PTR$ 125 mil · 3.343 votosR$ 37,3
  • Jurandir Gallo PTR$ 136 mil · 4.420 votosR$ 30,8

Votos por real

  • 2004, vereador: 90 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 109 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.