Fernando de Ieda
Antonio Fernando Filho · nasceu em 1963
Fernando de Ieda se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 53 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando de Ieda declarou R$ 243,7 mil em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 965,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- Fernando de IedaR$ 243,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Fernando de Ieda declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 8,5 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rodelas (BA) · PC do B · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rodelas (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,1 por voto. Quem venceu, Joedson Ribeiro, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,7; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gutemberg Da Prestacao PC do BR$ 3,2 mil · 36 votosR$ 87,7
- Nilsinho Da Farmácia PPR$ 11 mil · 207 votosR$ 51,2
- Jaquinho PRPR$ 12 mil · 371 votosR$ 32,9
- Bereu PTR$ 9,9 mil · 328 votosR$ 30,2
- Batista Da Internet PDTR$ 4,9 mil · 216 votosR$ 22,5
- Fabiana De Nestor PC do BR$ 5,5 mil · 301 votosR$ 18,2
- Simone De Joaozinho MDBR$ 7,6 mil · 472 votosR$ 16,1
- Didi De Joao Ribeiro PC do BR$ 7 mil · 436 votosR$ 16
- Jussara De Firmino PC do BR$ 8,5 mil · 547 votosR$ 15,5
- Van De Chico PC do BR$ 4,9 mil · 323 votosR$ 15,1
- Felipe Da Bomboniere PC do BR$ 4,3 mil · 311 votosR$ 13,8
- Joedson Ribeiro PDTR$ 4,6 mil · 387 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2016, vereador: 214 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.