Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Fernandinho Barbero

Fernando de Bortoli Barbero · nasceu em 1993

Fernandinho Barbero se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2016PL2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.

Passou por 2 partidos: PL (2016), REPUBLICANOS (2020).

VereadorPartidoPLREPUBLICANOS201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2020: 27 anos, até o fundamental, estudante, bolsista, estagiário e assemelhados, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Potirendaba (SP)
    REPUBLICANOS 10222· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2016
    Vereador · Potirendaba (SP)
    PL 22222· direita· na urna, Fernando de Bortoli Barbero
    eleito558 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Fernandinho Barbero declarou R$ 490,7 mil em bens, em reais de hoje: 21 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 490,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 302.000 na declaração)

Declarou 21 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Fernandinho BarberoR$ 490,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 490,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2016, Fernandinho Barbero declarou ao TSE R$ 761 em receitas, em reais de hoje.

2016 · Vereador · Potirendaba (SP) · PL · eleito

De onde veio

R$ 761
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 761
O maior gasto foi com serviços: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 761. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de Isleia Sofia Caetano Chaves Rogerio - MeR$ 27536,2%
  2. OutrosTudo de Nivaldo Zangrando Junior - MeR$ 8110,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Potirendaba (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 4,66 por voto. Quem venceu, Jorge Despachante, gastou R$ 2,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 46,7; o mais barato, R$ 2,01.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 558 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.