Fernando da Irlene
Fernando da Cruz Alves · nasceu em 1984
Fernando da Irlene disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Tupirama (TO)), pelo PSB: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando da Irlene declarou R$ 193,3 mil em bens, em reais de hoje: 4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.
Declarou 4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2016.
- Fernando da IrleneR$ 193,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 113,7 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Fernando da Irlene declarou ao TSE R$ 5,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Tupirama (TO) · PSB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.18190,2%
- PessoasR$ 4868,5%
- Outros candidatosR$ 741,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.85884,6%
- OutrosR$ 3726,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3245,6%
- Material impressoR$ 1512,6%
- EscritórioR$ 370,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Tupirama (TO), 2016
Mediana da disputa: R$ 190 por voto. Quem venceu, Mauricio Coelho, gastou R$ 123 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.112; o mais barato, R$ 122.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Antonio Jose PPR$ 11 mil · 10 votosR$ 1.112
- Hianamury PPR$ 8,7 mil · 12 votosR$ 723
- Raimunda Pereira PSDBR$ 12 mil · 29 votosR$ 414
- Lucrecia Rocha PPR$ 8,9 mil · 29 votosR$ 305
- Adão Soares PSDR$ 14 mil · 65 votosR$ 217
- Domingas Veloso PROSR$ 11 mil · 51 votosR$ 207
- Pezão PPR$ 11 mil · 59 votosR$ 190
- Orley Craveira PPR$ 9,1 mil · 49 votosR$ 187
- Julio Castro PDTR$ 14 mil · 79 votosR$ 172
- Ronan DEMR$ 12 mil · 85 votosR$ 136
- Mauricio Coelho REPUBLICANOSR$ 11 mil · 86 votosR$ 123
- Roberto CIDADANIAR$ 9,3 mil · 76 votosR$ 122
Votos por real
- 2016, vereador: 9,4 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.